O texto de hoje é um ensaio sobre o lugar do cigano em obras literárias produzidas pelo Ocidente, publicado por Florência Ferrari, da Universidade de São Paulo.
Ela resgata o imaginário do Ocidente sobre os ciganos, no qual ele são seres ambíguos e, por vezes, despertam temor ou fascínio conforme a situação.
A autora se arrisca em um deslocamento do recorte, chamando a atenção para a apropriação da figura do cigano na construção da identidade
das nações do Brasil e da Espanha.
Nos dois países a imagem dos ciganos é usada de maneira diversa pelos autores que transformaram o conteúdo da representação do cigano em um
valor nacional próprio, comprovando, por outro lado, a ambigüidade e plasticidade da
imagem do cigano.
📚 O texto completo está disponível nesse link:h //drive.google.com/file/d/1ElvYXRXCxGy6aMErFhd6U0nBtO8CjXqt/view?usp=drivesdk

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